Equipe da Prodepa visita locais que receberão internet do Governo do Pará


Equipe da Prodepa visita locais que receberão internet do Governo do Pará

Projeto Navega Pará já chegou a mais de 90 cidades do estado, e garante internet de qualidade para órgãos públicos e áreas de lazer


Gabinete de Governo, publicado em 18/02/2020

Fotos: Gabriel Araújo/Deptcom

Uma equipe da Empresa de Processamento de Dados do Pará (Prodepa), instituição  responsável pela gestão e manutenção das Redes de Comunicação de Dados do Estado do Pará, visitou diversos órgãos públicos de São Félix do Xingu para mapear a área que deve receber a internet banda larga gratuita do Estado.

Parte do programa Navega Pará, que foi solicitado pela Prefeitura Municipal junto ao Governo do Pará em 2019, a instalação de internet em órgãos como a Junta Militar, Cartório Eleitoral, Hospital Municipal e Conselho Tutelar, além da sede da Polícia Militar e escolas estaduais e municipais garante uma melhor qualidade na rede e uma redução de custos para o município, que deve investir o dinheiro em outras áreas.
Já presente em mais de 90 localidades, o Navega Pará é o primeiro passo para a criação de uma cidade inteligente, que utiliza a internet para o monitoramento de vias e criação de políticas públicas sustentáveis que garantem uma melhor qualidade de vida para a população.

Navega Pará
O Navegapará é um programa de inclusão digital coordenado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (SECTET) e pela Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Pará (Prodepa). Com números expressivos e perspectivas de crescimento em todo o estado, oferece à população acesso gratuito a internet de banda larga, consolidando-se, hoje, como uma das maiores iniciativas públicas voltadas à democratização dos recursos da informática e da internet no Brasil.
Para promover a inclusão sócio-digital e gerar oportunidades de emprego e renda nos locais onde está presente, o Navegapará conta com três ações que formam a base do programa: os infocentros, as cidades digitais, e os pontos de acesso livre à internet, os chamados hotzones.